1 de novembro de 2011

All Star velho dá bolhas.


Mulherada reclamando que não tem homem no mundo, que os únicos solteiros são gays ou são irmãos das amigas. Não bastando ter meia dúzia desses seres que ficaríamos (humanos bípedes do sexo masculino), ainda é preciso acertar a mão do pé torto pro All Star velho, porque não basta ter qualquer All Star velho, tem que ser aquele te completa e não dá bolhas. Aliás, bolhas são os maiores problemas dos relacionamentos de pés tortos com All Star velho.

As pés tortos só marcam happy hour com as amigas no dia do futebol, do truco, do poker do All Star velho. Se o cara desmarca o jogo (ou a transa com a amante) a mulher desmarca desesperadamente seu encontrinho cazamiga.

As pés tortos insistem em acompanhar o namorado no reencontro do colégio, mesmo que saibam que vão ficar 90% do tempo pensando em como seu All Star velho deveria ser chato naquela época, isso sem contar os colegas bobos, e além disso tudo essas meninas devem ter ficado com eles. Vadias.

As pés tortos insistem em fazer programa de casal semanalmente, com mais algumas pés tortos infelizes que mantem o hábito dos jantares chatos com gente esquisita pra esfregar na cara da sociedade que são socialmente animadas.

As pés tortos desmarcam seus compromissos de final de semana com outras pés tortos porque onde já se viu meu All Star ficar dando sopa por aí.

Em um belo dia, o All Star velho se lembra de como a pé torto era no começo do relacionamento, como ela era animada e cheia de vida, adorava sair com as amigas, nunca dizia não pra qualquer evento social, topava até velório da mãe do chefe, não implicava com o futebol, poker, sinuca, truco, bafo, campeonato de pandorga, bolinha de gude...

GOOOOOOOOOOL. Tá lá ele, o All Star velho congelado num campo de futebol de grama sintética, terça-feira à noite, time do trabalho gritando pro infeliz que estava congelado e não pegou a bola. Ele corre as arquibancadas com o olhar e vê a pé torto sem role e nesse momento decide que vai virar um Converse.

Converse solteiro, inclusive.

12 de março de 2011

Seleção


Ainda não descobri processo esse pelos quais as mulheres se submetem: a seleção não natural. Uma lista imensa de impeditivos para se envolver, uma lista enorme de bullshits com explicações da época em que nossas tias-avós namoravam no sofá.

- Ele vai ficar calvo, olha as entradas!
(Você vai ter um quadril maior que o da sua mãe)
- A formação dele é fraca, puta faculdadezinha de putaqueopariu.
(É isso mesmo que vai definir o caráter dele)
- Ele tem um hábito estranho de cutucar o nariz.

Eu seria capaz de listar pelo menos uma centena de poréns dos últimos 3 que tentaram algum tipo de relacionamento além da modalidade “sexo na tua casa ou na minha?”. Ainda não descobri qual o medo de se envolver, ou se é simplesmente aquela coisa de “não bateu o teso” ou a verdade perfeita é que não bateu porque a gente não se permitiu.
Aposto na última.

E aposto que procuramos exatamente a mesma coisa que as mulheres de 1950 procuravam. Só resta saber o que é.

27 de fevereiro de 2011

O auto-boicote feminino


Vocês já se perguntaram o que algumas mulheres interessantes estão fazendo casadas com o combo mala-coxa-barrigudinho-baixinho?

A mulher se torna seletiva com o passar dos anos. Nenhuma novidade até aí.
E só piora. Piora muito com a idade. Pior mais ainda depois do 30. Depois dos 35 então é um pulo de paraquedas fechado.

É personificação do Complexo de Electra: querem um cara parecido com o pai: carinhoso, cavalheiro, inteligente, companheiro e que além de tudo ainda assuma o filho que não é seu.

A premissa "moldar o ogro até virar príncipe" não é válida: uma mulher sempre faz isso pra que outra possa desfrutar.

Steps e mais steps na lista inacabável de exigências mínimas para um relacionamento.

E aí acontece que elas chegam nos 40.
Olham pro lado e pegam o primeiro idiota que aparece na frente.

Pronto, resolvido.

26 de fevereiro de 2011

Efemérides


Homens sabem que determinadas mulheres são um prazer com validade determinada.


Eu gosto de cheiro de sexo porque significa que estou fazendo.


Os sentimentos hoje estão mascarados.


Hoje não existe dote, só trote.



8 de fevereiro de 2011

Eu te amo, o caralho!


- parece que estamos na semana romantismo.
- agora só falta todo mundo morrer de tuberculose...